
Fernanda afirmou que que o Hospital Regional possui uma dívida de cerca de R$ 9 milhões com servidores, fornecedores e empresas terceirizadas que prestam serviços à unidade. O dinheiro deveria ser repassado pelo governo do Estado, porém, não foi feito.
Estes R$ 3 milhões a serem negociados durante a audiência já haviam sido bloqueados em uma decisão judicial, em outubro do ano passado, após uma ação civil pública. No entanto, o dinheiro não foi liberado para realizar pagamento dos credores. De lá para cá, a dívida foi aumentando até chegar ao montante atual.
Ontem, a lavanderia da unidade parou de funcionar e o hospital corre o risco iminente de paralisar suas atividades, uma vez que não há onde esterilizar as roupas dos profissionais, pacientes e de cama.
A promotora também afirmou que será feita uma investigação de improbidade administrativa para responsabilizar as pessoas pelo caos da unidade.


