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Secretário descarta candidatura e fica no PDT e tenta neutralizar ataques ao governo

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O secretário de Justiça e Segurança Pública, Carlos Brito, vai continuar no PDT, em que pese ter confirmado convites para filiação em outras siglas, entre as quais, o próprio Partido da República, liderado pelo governador Blairo Maggi. Com isso, descartou a possibilidade de vir a ser candidato a prefeito nas eleições do ano que vem – hipótese que já vem provocando reações nos meios políticos. A situação de ir para o PR e ser candidato incomodou a tal ponto que esta semana chegou-se a mencionar a possibilidade de a Assembléia Legislativa instalar uma CPI para avaliar o segmento de segurança pública.

Até aqui, garante o secretário, ele ficará no PDT. A questão é de espaço político, mesmo com a sigla, parcialmente liderada pelo deputado Otaviano Pivetta, seguindo caminhos de oposição ao Governo. Brito frisou que não tem pretensões eleitorais para 2008, embora a questão só vá ser discutida no ano que vem. “Minha preocupação neste momento é a gestão da Segurança Pública, de forma a criar condições e ambiente de tranquilidade para a população” – observou.

Em 2004, no PPS, Carlos Brito teve sua candidatura a prefeito preterida em favor de Sérgio Ricardo, atual presidente da Assembléia Legislativa. Sérgio está no PR e tenta “alavancar” de novo o desejo de ser candidato a prefeito, sob olhares desconfiados dos republicanos.

O nome de Brito como candidato a prefeito de Cuiabá voltou à tona ante a possibilidade dele trocar de partido em função das divergências internas no PDT. Antes de ser político, Brito tem ligações estreitas com o governador Blairo Maggi, alvos dos ataques de Pivetta, que já anunciou desejo de ser candidato a governador em 2010 – embora o projeto político dele seja uma vaga na Câmara Federal, em Brasília. Pivetta vem incomodando, de certa forma, o Palácio Paiaguás com suas duras críticas, que ganham um certo peso em função de já ter sido secretário de Agricultura. Brito, no entanto, deve permanecer no partido.

A situação do quadro sucessório, a rigor, abre possibilidade de o secretário, de fato, vir a ser um potencial candidato. O PR não conseguiu até aqui assimilar as possibilidades de Sérgio Ricardo ser o “homem a derrotar Wilson Santos”. Por outro lado, o partido espera – ainda que de forma remota – pela possibilidade de vir a receber o prefeito, numa eventual filiação. Santos está no PSDB. Se não ocorrer, Brito seria uma alternativa a ser estudada.

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