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Sinop: estacionamento rotativo é viável, diz prefeito

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Uma reunião para discutir a implantação do estacionamento rotativo em Sinop, entre lideranças políticas, Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL), empresários que integram o ‘Projeto Varejo que dá Certo’, Secretaria de Indústria, Comércio, Turismo e Mineração, deve ser feita esta semana, com o prefeito Nilson Leitão, para discutir medidas que melhorem o trânsito no centro da cidade.

Os debates para implantar o estacionamento – cujo sistema já é utilizado por outras cidades brasileiras – iniciaram no início do mês, durante o fórum para a reorganização do trânsito na região central, compreendida entre as avenidas Júlio Campos, Acácias e Jacarandás e as ruas das Pitangueiras e Nogueiras. Os lojistas, de diversos segmentos, aprovaram a idéia, afim de melhorar as condições do tráfego, principalmente para que clientes não tenham tanto transtornos para estacionarem e irem até suas empresas.

Pela proposta, motoristas que estacionarem no centro da cidade vão pagar uma taxa (valor ainda será definido) para “acelerar” o rodízio de veículos e proporcionar que um maior número de pessoas ocupe as poucas vagas na avenida central, dentre outras. Na avaliação do prefeito, a alternativa pode ser viável para o município, desde que obedeça sempre as normais legais. “É um procedimento que não foi inventado por Sinop e que já vem, há algum tempo, sendo aplicado de maneira eficiente em diversas cidades. Em relação às tarifas, tais valores devem existir, mas que seja de forma justa e coerente”, disse, ao Só Notícias.

Para ser aprovado, o projeto deve ser apreciado pelo poder público. “Tudo depende do resultado do debate entre as instituições, entidades de classe e população”, acrescentou.

Os empresários sugeriram tornar a avenida Júlio Campos (principal da cidade) mão única, transformar o canteiro central em estacionamento e retirar a parada e circulação de ônibus. Entretanto, algumas mostraram-se inviáveis, comprovadas por estudos técnicos, como a de eliminar os canteiros da área central, que dificultaria o escoamento das águas das chuvas.

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