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Blairo, Famato e Acrimat estão debatendo efeitos da moratória da carne

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O governador Blairo Maggi começou a semana reunido com o setor produtivo e Organizações Não Governamentais (ONGs) discutindo questões ligadas a moratória da carne, assinada recentemente, com os maiores frigoríficos, com compromisso de não serem mais abertas áreas para expansão da criação de gado. Agora há pouco, começou a primeira reunião com presidentes e diretores da Famato (Federação da Agricultura de Mato Grosso) e Acrimat (Associação dos Criadores). As duas entidades foram contrárias a decisão do governador e entendem que a moratória impede o crescimento da produção. Eles também debatem parâmetros sobre cadastramento no Programa MT Legal, uma política do Estado que alia monitoramento e preservação ambiental, e que buscará eliminar o passivo ambiental no Estado, através de programas de reflorestamento e demais atividades.

Com as ONGs, Blairo avalia o resultado o pacto assinado em 2007 com o segmento da soja e setor sucroalcooleiro, como critérios sobre recuperação de áreas de preservação permanente (APP). O secretário de Meio Ambiente do Estado de Mato Grosso, Luiz Henrique Daldegan, diz que as questões são importantes do ponto de vista do desenvolvimento sustentável, pois estão inseridas dentro do contexto da imagem nacional e internacional das atividades produtivas de Mato Grosso.

 

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