
Dos processos prioritários contemplados pela meta restam o julgamento de 2 Ações de Impugnação de Mandato Eletivo (AIME); 6 Representações (RP), 2 Ações Penais (AP), 5 Ações de Investigação Judicial Eleitoral (AIJE), 6 Recursos Criminais (RC), 2 Recursos Contra Expedição de Diploma (RCED) e 1 Revisão Criminal (RVC). A assessoria não informou quem são os políticos -com ou sem mandato- que vão ser submetidos a julgamentos no pleno.
No caso das representações a prioridade é o julgamento das sobre captação ilícita de sufrágio, conduta vedada a agente público, pedido de cassação de diploma, pedido de cassação de registro de candidatura e pedido de cassação/perda de mandato eletivo.
O presidente do tribunal, desembargador Juvenal Pereira da Silva, ressalta que é preciso esclarecer que o número de processos considerados prioritários sofre
A resolução foi publicada no final de 2013 e contemplou os processos prioritários – que podem resultar em perda de mandato eletivo ou inelegibilidade, que foram autuados pelo Tribunal até o dia 31 de janeiro de 2014. Na ocasião, 65 processos pendentes de julgamento se enquadraram nos critérios estabelecidos pela meta. Destes, 41 foram julgados e 24 aguardam decisão.


