
Segundo o prefeito, somente na agricultura são estimados prejuízos de R$ 30 milhões, como na cultura da soja, que em muitas propriedades acabou apodrecendo devido a alta umidade. “Somente de prejuízo econômico, na cidade, temos R$ 118,4 mil. Muitas estradas ainda estão em situação crítica e comunidades com dificuldade de acesso. Um dos assentamentos mais prejudicados é o Kenon”, explicou, ao ressaltar que o nível do rio Azul subiu e há água sobre a ponte, além de outras “cinco o seis pequenas terem sido levadas, além de bueiros comprometidos”.
De acordo com o João, a prefeitura tem aproveitado “os dias de sol” para resolver, mesmo que paliativamente os problemas nos pontos críticos das estradas vicinais, além das travessias, devido as pontes levadas ou danificadas. No entanto, com a liberação de verba a partir da vistoria da Defesa Civil, a expectativa é que a recuperação de todos os estragos causados, “em definitivo”, dure de sete meses a um ano. "O que peço agora é compreensão da população, nesse momento difícil que estamos passando", concluiu.


