
Eleus acrescentou ainda que não tem como entender mais esse aumento e critica o governo federal. “O presidente Temer disse que nós brasileiros entenderíamos o aumento, mas não entendemos. Não tem lógica. Ao invés de se falar em cortar despesas, estimular a criação de emprego reduzindo a carga tributária, ele vem com mais aumento para compesnar a falta de dinheiro que o governo está tendo por causa da má gestão. Ninguém fala nada em reduzir assessores parlamentares, em cortar verba indenizatória. Você não vê o governo querer mexer na ferida de nenhum dos três poderes, ninguém fala nada em cortar”, criticou.
“Na minha empresa, que é de médio porte, esse custo ao longo de um ano vai ser de R$ 1,085 milhão. Não está sobrando esse dinehiro no meu caixa, mas eu vou ter de suportar mais esse aumento. Quando se fala de empresa menores o impacto é ainda maior. Eu estava falando com um autônomo que tem dois caminhões e para ele o impacto de cada caminhão será de R$ 1,950 por mês. Esse trabalhador não tem como arcar com essa despesa. O impacto é em todas as áreas”, afirmou o presidente do Sindmat.
A alíquota subiu de R$ 0,38 para R$ 0,79 por litro de gasolina; R$ 0,24 para R$ 0,46 para o diesel nas refinarias e de Para o litro do etanol, a alíquota passou de R$ 0,12 para R$ 0,13 para o produtor. Para o distribuidor, a alíquota antes zerada, passou a ser cobrada R$ 0,19.


