
Segundo o relato feito à Promotoria, o estudante publicou a foto de uma mulher negra com legenda “Não é só por quê você é negra, que somos obrigados a te achar linda”. O inquérito também investigou a suposta participação de outros três parentes do universitário, que teriam “atacado com xingamentos” e feito ofensas machistas contra as pessoas que comentavam repudiando a publicação.
Para a magistrada, “a conduta do indiciado se amolda em esfera mundial, visto que o suposto crime foi praticado em mídia social, tendo amplitude global. Assim sendo, em consonância com parecer ministerial, reconheço como competente para análise e julgamento destes autos a Justiça Federal da cidade de Sinop, pelo que determino o envio dos autos àquele Juízo”.


