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Presidente da Assembleia defende derrubada do veto ao RGA para servidores da justiça

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O presidente da Assembleia Legislativa, deputado Guilherme Maluf (PSDB), defendeu que os deputados estaduais derrubem o veto do Poder Executivo à lei que garantiu aos servidores do Poder Judiciário o Reajuste Geral Anual (RGA). Para o chefe do Legislativo, os parlamentares já votaram a favor da lei no início de maio e mudar essa posição seria muita incoerência.

"A Assembleia Legislativa já votou a favor dessa matéria, respeitando a independência e harmonia entre os Poderes. Não podemos agora voltar atrás nessa convicção e mudar nossa posição. O veto deve ser derrubado por coerência e independência".

Maluf, que precisou se afastar nos últimos dias por problemas de saúde, diagnosticado com pedra nos rins, retorna as atividades a frente da Assembleia nesta semana e promete liderar um debate franco e transparente sobre o momento econômico do Estado e a proposta de redução de duodécimo dos Poderes, que vem sendo defendida pelo governo do Estado.

"Entendo o momento econômico e que só vamos sair desta crise com a união dos Poderes. Não podemos permitir retrocessos. Sobretudo, entendo que nossa responsabilidade não pode ser para poucos, mas para com os três milhões de mato-grossenses. A Assembleia Legislativa não tem fugido da sua responsabilidade com o Estado. Se existe um Poder que tem contribuído, esse Poder é o Legislativo. Agora, sou contra propostas irresponsáveis. Não existe clima para jogar à plateia com ideias mirabolantes. A Assembleia não é a salvação para todos os problemas, mas sim a Casa que precisa ter a coragem de aprofundar esse debate. E nós vamos fazer isso, vamos, a partir de agora, encampar de frente o debate sobre o duodécimo dos Poderes".

Maluf reforçou sua proposta de, em um primeiro momento, que os Poderes tenham reajuste zero em 2017. Para o orçamento de 2016, a Assembleia foi quem menos reajustou o duodécimo, com 4,2%, contra quase 30% do Judiciário e do Ministério Público Estadual (MPE), que não é Poder.

"Vamos encabeçar junto aos outros Poderes e instituições um debate transparente diante do momento difícil da nossa economia. A primeira proposta é o reajuste zero para o ano que vem e, a partir daí, vamos aprofundar as discussões para decisões mais concretas, pensando no presente e no futuro. Já nesta semana vamos provocar uma reunião com todos os chefes".

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