
“É uma obra programada para conferir melhor qualidade ao transporte de Cuiabá e Várzea Grande. Pelo volume de investimentos, tem que ser retomada imediatamente e uma rescisão contratual neste momento dificultaria ainda mais”.
Fabris ressaltou ainda que as tratativas do governo do Estado com as empreiteiras do Consórcio VLT são acompanhadas pela Justiça Federal, o que garante segurança jurídica ao contrato. “As tratativas tem avançado e a própria Justiça Federal tem sinalizado pela retomada das obras”.
Iniciada na gestão do ex-governador Silval Barbosa (PMDB), a obra do Veículo Leve Sobre Trilhos (VLT) está estimada em R$ 1,477 bilhão.
Deste montante, já foi liberado R$ 1 bilhão, mas ainda está pendente de conclusão.
No total, são 22,2 quilômetros que ligam Cuiabá a Várzea Grande pelas linhas CPA/Aeroporto e Coxipó/Centro.


