
De acordo com o coordenador do Departamento de Habitação, Elídio Farina, o processo está seguindo todos os tramites legais e a morosidade é devido a falta de suplentes e analise de irregularidades dos contemplados. “Estamos buscando os suplentes. O Banco do Brasil está um pouco lendo na questão da devolução dos nomes dos suplentes. Em janeiro, houve denúncias de irregularidades. Abrimos um espaço de 30 dias para o Conselho de Habitação receber denúncias e outros 30 para apura-las. Algumas pessoas que estavam na lista, também estava na lista de Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU). Devido a isso, foi necessária uma varredura em todos os nomes divulgados”.
Farina explicou que, na próxima quinta-feira, engenheiros do Banco do Brasil devem iniciar as vistorias rias nas casas. “Após isso, será feito o sorteio da quadra, lote e número da casa. Não é uma coisa feita de uma hora para outra. Após o sorteio, o banco é quem vai fazer o chamamento para assinatura dos contratos. Esse processo depende apenas do banco e nós não sabemos como eles devem fazer”.
Conforme Só Notícias já informou, as 1.272 casas que foram construídas pelo governo do Estado com município e um banco. O investimento total no conjunto habitacional girou em torno de R$ 83 milhões. O governo federal, através de um banco, entrou com a maior parte.
O governo do Estado destinou cerca de R$ 5,6 milhões e a prefeitura com cerca de R$ 10 milhões, informa a assessoria. Não foi confirmado o valor da parcela mensal que cada família pagará. O residencial foi destinado para pessoas cuja renda familiar é de até R$ 1,6 mil mensais.


