Saúde

Hospital Regional de Sorriso recebeu manutenção de equipamentos

A equipe da Assessoria Especial de Manutenção de Equipamentos Hospitalares apresentou ao secretário adjunto de Saúde, Ronan de Oliveira, resultados de 15 dias de trabalho na condição de verificar o estado funcional e tecnológico dos equipamentos hospitalares do Estado. Iniciado o trabalho no conserto de tomógrafos dos Hospitais Regionais de Rondonópolis, Cáceres e Sorriso, além de viabilizar o conserto do tomógrafo da Santa Casa de Misericórdia de Rondonópolis, o resultado foi de uma economia para o Estado de R$ 627.360,00, o que significou uma otimização dos recursos e a competência do serviço técnico da equipe da Assessoria Especial.

A manutenção do tomógrafo da Santa Casa de Misericórdia de Rondonópolis foi realizada em atendimento a uma determinação do governador Blairo Maggi e no cumprimento de uma ação social que atendeu a uma necessidade da população do município.

Para Ronan de Oliveira “essa otimização mostrou para a Gestão que a terceirização na execução desses serviços não era vantajosa para a Secretaria de Estado de Saúde, o que possibilitou à Gestão suspender todos os contratos dos pregões direcionados para esse serviço de conserto de equipamentos hospitalares”. Ele citou um exemplo de eficácia e rapidez com que a Assessoria Especial trabalha que foi o caso do conserto do tomógrafo do Hospital Regional de Sorriso: “No dia 16 a equipe chegou no hospital. No dia 20 o tomógrafo já tinha recebido manutenção e estava funcionando e atendendo os pacientes do SUS dos 15 municípios consorciados que necessitam do serviço”, disse Ronan de Oliveira.

A Assessoria Especial, ligada à Secretaria Adjunta de Gestão a nível estratégica, é composta por profissionais de engenharia civil, elétrica, eletrotécnica e administradores, funções específicas para o trabalho designado, de inventario dos equipamentos médicos hospitalares, da situação funcional dos mesmos observando as normas técnicas da Anvisa, Crea e Inmetro.

Os profissionais são: José Luiz Castro Rangel, engenheiro eletricista e chefe da equipe, Devailson Francisco da Silva, engenheiro civil e técnico em eletrotécnica, Laércio Gomes, assessor administrativo, Leni Bezerra da Costa, assessora administrativa.

O Estado vem investindo em equipamentos de alta tecnologia necessários para diagnósticos de doenças. Esses aparelhos precisam estar em perfeito estado funcional, com manutenção preventiva e corretiva. Isso significa moralização do gasto público e qualidade no serviço. O objetivo é agilizar o processo de atendimento e dar suporte para os hospitais o que no final possibilita otimização de custos uma vez que a Ses já possui uma equipe técnica responsável.

Para Ronan de Oliveira “a criação dessa equipe visa reforçar a política de interiorização das ações da Saúde no atendimento médico hospitalar. As comunidades moradoras próximas aos Hospitais Regionais do Estado têm que ser atendidas nas regiões onde moram. Esta é uma meta de Governo e que será cumprida”.

De acordo com o gestor governamental do Estado, que atua na área de Saúde, Luis Antonio de Carvalho, que foi o responsável pelo inventário da situação dos equipamentos dos Hospitais Regionais de Saúde, o relatório apresentou um quadro considerado positivo para o Estado e apontou soluções para os problemas encontrados.”O relatório aponta que existem 1.200 equipamentos nos quatro Hospitais Regionais do Estado. No Hospital Regional de Rondonópolis existem 486,no Hospital Regional de Cáceres 402, no Hospital Regional de Sorriso 180 equipamentos hospitalares e no Hospital Regional de Colíder 147 equipamentos”, afirmou.

Segundo Ronan de Oliveira, esse serviço executado pela equipe especializada da Ses demonstra a preocupação do secretário interino de Saúde, Marcos Machado, em oferecer serviços de qualidade e o de enfrentar os problemas e, imediatamente, apontar soluções. “Na gestão do secretário interino de Estado de Saúde, Marcos Machado, a preocupação é acompanhar a evolução da medicina na aquisição de equipamentos resolutivos para o diagnóstico das doenças que surgem”, disse. “Para tanto o investimento é alto e não pode se perder por negligência administrativa. Nunca ninguém se preocupou em qualificar esse serviço. O cidadão paga os seus impostos em troca espera que eles sejam aplicados com transparência, efetividade e com retorno de qualidade de serviços. É mais uma ação importante na interiorização das ações de Saúde definida na agenda Mato Grosso Mais Forte, do governo Blairo Maggi”.