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Hospital metropolitano realiza mutirão de cirurgias e atende pacientes de Sinop, Sorriso e outras 12 cidades

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Redação Só Notícias (foto: assessoria)

O Hospital Metropolitano, mantido pela secretaria estadual de Saúde (SES) em Várzea Grande, realizou 29 cirurgias, ontem em um mutirão para dar celeridade aos atendimentos. Foram realizados 23 procedimentos de colecistectomia (retirada de vesícula) e 6 hernioplastias (cirurgia de hérnia) pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

Este foi o nono mutirão de cirurgias que o Hospital Metropolitano realizou neste ano. No total, já foram 227 procedimentos realizados em mutirões. Todos os cidadãos atendidos aguardavam por cirurgias via Sistema de Regulação.

O mutirão atendeu pacientes de 14 municípios: Araputanga, Barra do Bugres, Cáceres, Colniza, Cuiabá, Diamantino, Juína, Mirassol D´Oeste, Nova Guarita, Rondonópolis, Rosário Oeste, Sinop, Sorriso e Várzea Grande. Eles contam com apoio logístico das prefeituras para o transporte até o hospital, em Várzea Grande e em caso de necessidade, para hospedagem em casa de apoio.

Os pacientes têm idades entre 17 e 81 anos, passaram por consultas com o cirurgião geral do hospital e realizaram os exames necessários para estarem aptos a o procedimento. “Nos últimos anos, conseguimos avançar muito na estrutura do hospital, com o aumento no número de leitos e a introdução de novas especialidades, o que tem sido essencial para melhorar o atendimento à nossa população. Essa expansão nos permite não apenas atender mais pessoas, mas também oferecer um serviço com mais qualidade e agilidade”, disse a diretora da unidade, Cristiane de Oliveira.

Eduardo Carlos Barbosa, de 53 anos, contemplado com a cirurgia de vesícula, disse que o atendimento e o encaminhamento foram rápidos e que ele pôde realizar o procedimento graças ao SUS.

“Tem pouco tempo que eu descobri, isso que eu tive foi terrível. Antes eu tava bem, tive uma crise de madrugada, fui ao médico e ele disse que poderia ser uma crise de vesícula e ele tava certo. Consultei aqui, consegui e foi rápido. Graças a Deus, temos o SUS para agilizar nossa vida, porque ficar esperando bastante tempo é doído”, disse.

O médico e cirurgião-geral, Douglas Dolce Domingues, destacou a importância da realização desses mutirões de cirurgias para reduzir a espera. “A gente opera hérnia, vesícula, tanto aberta quanto por laparoscopia. Hoje, estamos com cinco médicos trabalhando em quatro salas. A taxa de complicação é baixíssima, quase não temos complicações e nem reabordagens cirúrgicas. Não tenho visto pacientes com mais de um ano de tempo de espera, tá sendo uma fila com alta rotatividade”, destacou.

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