Saúde

Governo economizará mais de R$ 8,7 milhões na retomada da obra do Hospital Júlio Müller

O governo do Estado irá economizar mais de  R$ 8,7 milhões, em relação ao investimento que estava estimado inicialmente, na retomada das obras do Hospital Universitário Júlio Müller, localizado entre Cuiabá e Santo Antônio de Leverger. O orçamento estimado foi divulgado após a homologação e adjudicação do resultado final da licitação da obra do hospital, paralisada há seis anos.

Considerada uma das principais ações do governo no programa Mais MT, no eixo da Saúde, a obra será executada por R$ 207,485 milhões por um consórcio composto por  empresas, que foi declarado vencedor da licitação. Inicialmente havia sido estimado o valor de R$ 216,273 milhões para a retomada e conclusão do hospital.

O secretário de Estado de Infraestrutura e Logística, Marcelo de Oliveira, explicou que a licitação realizada pela Sinfra foi na modalidade Regime Diferenciado de Contratação Integrada e trazia o instrumento de “orçamento sigiloso”, no qual o valor de referência para a retomada da obra, atribuído pelo Governo do Estado, somente é revelado ao final do certame.

Desse modo, as sete empresas participantes do processo licitatório, sendo cinco sob a forma de consórcio, apresentaram suas propostas de preço sem ter o conhecimento de quanto o Estado pretendia investir na obra. Com a homologação do consórcio como vencedor da licitação, em razão da melhor pontuação (técnica e preço), com 91,58 de nota final, e a conclusão em definitivo da licitação, o orçamento referência da Sinfra pôde ser divulgado agora.

“Quando nós incluímos esse orçamento sigiloso no edital de licitação, queríamos justamente impedir que o valor atribuído pelo governo do Estado acabasse sendo base única para as propostas das participantes, sem que essas interessadas analisassem o edital, o anteprojeto, quais as condições da obra, o que já foi feito e o que ainda falta fazer. Com isso, nós conseguimos que as participantes propusessem uma planilha orçamentária que elas realmente acham necessária para investir na conclusão da obra evitando aditivos posteriores”, disse o secretário.

Redação Só Notícias (foto: Marcos Vergueiro/assessoria)