
“Os números não são alarmantes, mas a situação requer cuidados, principalmente por parte da população. A maior incidência do mosquito da dengue está no lixo domiciliar e na falta de limpeza dos quintais”, explica Fernanda.
Em boa parte dos terrenos baldios também há lixo acumulando água das chuvas e o mosquito se reproduzindo. A prefeitura já notificou todos os proprietários. Somente este ano, foram limpos 832 lotes. O trabalho custa R$ 0,51 centavos por metro quadrado, mais a multa no valor aproximado de R$ 310 (30 UFLs). “Gostaríamos que os donos mantivessem os terrenos limpos. Não temos equipes suficientes para dar conta da limpeza de todos os lotes. Além do mato alto, o principal problema é que os terrenos estão se transformando em depósitos de lixo”, declarou Luciane.
As equipes de combate a endemias realizam o trabalho de vistoria e orientação da população, quanto aos cuidados com o quintal. A principal cobrança é manter os quintais limpos e evitar o acúmulo de água em plantas e calhas.


