Ao mesmo tempo que repetiu estar “tranquilo”, o prefeito de Sorriso, Alei Fernandes, também manifestou preocupação com a terceira fase da Operação Rustius, da Polícia Federal, que foi a sua casa cumprir mandado de indisponibilidade de bens. de R$ 608 em investigação de irregularidades na sua campanha. ” A gente não é intocável por isso que eu falo assim: cara, preocupa, ontem mesmo quando o governador chegou, ele falou, ‘porra Alei, de novo essa coisa aí, que chato, né?’ Eu falei, Mauro, assim, a gente entende com naturalidade, mas a gente tira tempo, a gente tira o foco muitas vezes para cuidar disso, ao invés de a gente estar trabalhando. Mas, de fato, eu falo de novo, tanto eu como a Acássio (vice-prefeito), todo o nosso time motivado, isso a gente sabe que vai se resolver ali na frente, apenas atrapalha o andar da carruagem”, declarou o prefeito, após a operação da PF. O delegado Tiago Marques da Polícia Civil, disse, com exclusividade ao Só Notícias, que a operação da PF é conduzida na esfera criminal. “Na justiça eleitoral ainda está acontecendo esse procedimento, parece que teve esse recurso do Ministério Público, então vai para análise agora em segundo grau, para ver se vai manter ou se não vai manter a decisão da justiça de primeiro grau. Essa parte da ação eleitoral a gente não tem tanta gerência porque quem toca isso é o Ministério Público. O que aconteceu foi que eles pegaram bastantes elementos que estavam acontecendo na esfera criminal da investigação e levaram, mediante compartilhamento de provas, com autorização judicial”, explicou.


