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Refém da omissão

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O senador Wellington Fagundes, presidente da Frente Parlamentar Mista de Logística e Infraestrutura voltou a se manifestar sobre a ocupação do terminal portuário em Santarém (Pará) – que escoa parte da produção de Mato Grosso – e endureceu o tom contra o governo federal diante da paralisação das operações. Ontem completou um mês que movimentos de povos indígenas bloqueiam o acesso ao terminal da Cargill, exigindo a revogação do decreto que trata de estudos para eventual concessão da navegabilidade na Hidrovia do Rio Tapajós. No sábado (21), o setor administrativo do terminal foi ocupado. Enquanto o bloqueio ocorria no Pará, manifestações também foram registradas em São Paulo. Integrantes de movimentos sociais e ambientais protestaram em frente ao escritório central da Cargill. Para Wellington, a situação ultrapassou o campo do debate institucional e entrou no terreno da ilegalidade. “Infraestrutura não pode ser refém da omissão. Não estamos falando apenas de patrimônio privado, mas de infraestrutura crítica do país. Portos são engrenagens estratégicas da economia nacional. Interromper suas operações é comprometer contratos, elevar custos e afastar investimentos”, afirmou.

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