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Prejuízos e susto

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O presidente da câmara de Colíder, Luciano Miranda (PP), afirmou que os impactos com a redução no nível do reservatório da usina hidrelétrica Colíder, no Teles Pires, e consequentemente de energia, são sentidos em várias atividades. “A princípio, a usina foi vista como um bom investimento, gerou expectativas e empregos, mas hoje enfrenta um problema técnico grave. O rebaixamento do nível do lago trouxe prejuízos enormes a proprietários de pousadas, marinas e pesqueiros, além de assustar a população, que teme até um rompimento da barragem. É preciso encontrar uma saída sustentável que devolva tranquilidade e segurança à região”, cobrou, na audiência pública com lideranças. A redução no nível do rio começou mês passado como medida fundamental depois de constatados problemas em drenos. O Ministério Público acionou a justiça que concedeu 10 dias para Eletrobras e Copel para explicar as constatações do MP – erosão interna, insuficiência de instrumentação em drenos e fragilidades no Plano de Ação de Emergência (PAE), que utiliza sistema de alerta sonoro móvel e precário.

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