O chefe do Ministério Público em Mato Grosso, Paulo Prado, bateu duro no Tribunal de Justiça. Acusou o Judiciário de dar calote no concurso para contratar 280 servidores devido a liminar que impede a demissão de servidores contratados com menos de 5 anos de atuação. Ele orientou cada um dos aprovados a ajuizar mandado de segurança e reclamação no Conselho Nacional de Justiça


