Os adiamentos da votação em plenário também desgasta Pagot. Nas duas sessões, ele foi bombardeado pela oposição pelo fato de ter acumulado cargo público (assessor no Senado) quando trabalhava para empresa no Amazonas. Ontem, o tucano Tasso Jereissati (CE) disse que os senadores que votarem a favor de Pagot “estariam prevaricando porque Pagot cometeu ilegalidade”. É possível que amanhã a indicação volte para a pauta de votações, se as negociações entre governo e oposição avançarem.


