O presidente do Conselho Regional de Medicina (CRM), Arlan de Azevedo Ferreira, inspeciona hoje o Pronto Atendimento de Sinop após 14 médicos fazerem manifesto expondo a situação caótica na saúde pública do município – falta de médicos, enfermeiros, remédios, materiais e apontando que a prefeitura não prioriza a saúde e pessoas estão morrendo por falta de “atendimento básico”. O CRM também vai conversar com os médicos sobre as inúmeras dificuldades que encontram. Em maio, havia sido feito relatório com 19 irregularidades no PA.


