A quinta-feira foi marcada pela Operação Heritage, uma das maiores operações que a PF fez em Mato Grosso. O ex-governador Mauro Mendes e familiares, o desembargador Ricardo Almeida, o deputado Fabio Garcia, seu pai, Roberto Garcia, o secretário Mauro Carvalho Junior. o conselheiro no CNJ Ulysses Rabaneda, dentre outros, tiveram mandados de busca e apreensão, siglas bancários quebrados e passaportes apreendidos na investigação do acordo que o governo do Estado fez com a operadora OI e pagou R$ 308 milhões após perder ação na justiça por cobrança de impostos. Diversas empresas, fundos de investimentos e empresários tiveram bens bloqueados. A PF alegou ao Supremo Tribunal Federal que “há indícios de que a operação financeira tenha sido utilizada para viabilizar o desvio de recursos públicos”. Mauro, Fabio e aliados avaliam, a partir de agora, o impacto da investigação em suas campanhas eleitorais. Alguns adversários políticos já começaram a explorar o caso.


