O setor de madeireiro de Mato Grosso teve prejuízos estimados em quase R$ 60 milhões, calculou, hoje, o Cipem, que contabilizou 1.331 caminhões parados e perdas que atingem toda a cadeia produtiva, incluindo toras, madeira serrada e beneficiada, além de biomassa, com paralisação dos sistemas de controle florestal do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), com reflexos no Sistema de Comercialização e Transporte de Produtos Florestais (Sisflora). É vergonhoso para o órgão ambiental um impacto negativo tão forte para o setor num momento em que a economia não está na melhor fase e com carga tributária pesadíssima para o setor de base florestal do Mato Grosso.


