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“Fruto de extorsão”

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Em seu depoimento, nesta 2ª na CPI da câmara de Cuiabá, o ex-governador Silval Bsrbosa voltou a afirmar que o acordo com os deputadis era de R$ 600 mil, divididos em 12 parcelas de R$ 50 mil, em troca de apoio político na Assembleia. Entre os que participaram do esquema, segundo o ex-governador, estão o prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro (MDB). “Não tem nada a ver esse negócio do instituto, de dívida. Esse aqui era acordo com a Assembleia Legislativa, fruto de extorsão mesmo”, disse Silval  referindo-se a propina.

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