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‘Falta de transparência’

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O Tribunal de Justiça proibiu a Assembleia Legislativa de Mato Grosso, por inconstitucionalidade, de fazer votação secreta em vetos governamentais. A justiça constatou falta de transparência com o leitor em votação sigilosa. A polêmica surgiu com mandado de segurança do Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário que questionou as mudanças feitas no veto do governo do Estado ao reajuste de salários do judiciário no final de 2025. O relator do processo, desembargador Marcio Vidal, a Assembleia deve seguir o Princípio da Simetria Constitucional, operando com votações abertas, tal qual é previsto na Constituição. O presidente da Assembleia, Max Russi, não gostou nada da decisão e da constatação da falta de transparência decidida pelo magistrado.

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