O Ministério Público protocolou hoje pedido de cumprimento de sentença contra o funcionamento do lixão municipal de Peixoto de Azevedo. A promotoria quer que o prefeito Paulistinha comprove, no prazo de 30 dias, o encerramento definitivo do lixão e da queima de resíduos a céu aberto. Além disso, pede que apresente, em até 60 dias, o cronograma físico-financeiro previsto no acórdão, bem como comprove a adoção de medidas para a remoção dos resíduos e a recuperação ambiental da área degradada. A explicação do prefeito vai ter que ser bem convincente porque, segundo a promotora de justiça Fernanda Luckmann Saratt, passados mais de sete meses do trânsito em julgado da decisão, nenhuma das obrigações impostas ao município foi cumprida, situação que representa mais desgastes políticos para o prefeito de Peixoto.


