Quatorze médicos que trabalham no Pronto Atendimento de Sinop mandaram manifesto ao Ministério Público denunciando a situação “caótica” na unidade municipal. Eles apontam que há superlotação e pacientes morrem semanalmente por falta de suporte básico de atendimento. Os médicos se dizem indignados e acusam a prefeitura de Sinop de “valorizar muito mais as questões de urbanização, deixando a saúde em último plano”. Eles apontam que a situação no PA se agrava dia a dia e que, até hoje, a prefeitura não indicou um diretor técnico. O manifesto dos médicos deve ter forte repercussão política nos próximos dias.


