Em nota, o presidente do PMDB de Mato Grosso nega as acusações do advogado que teria beneficiado o banco de onde supostamente saíria propina. “Nunca tive contato com o Sr. Bruno Lins. Sequer o conheço. Tomei conhecimento do seu nome hoje, através da imprensa”, diz Bezerra, informando que tomará as medidas judiciais cabíveis contra qualquer tentativa de associá-lo a uma briga familiar que não lhe diz respeito.


