O Tribunal de Contas do Estado constatou que as gestões dos prefeitos de Sorriso, Alei Fernandes, de Colíder, Rodrigo Benassi, de Peixoto, Nilmar Miranda (Paulistinha) estão com “alto risco de desequilíbrio fiscal” e “baixa capacidade de investimento”. Os três municípios estão no grupo de 37 prefeituras avaliadas, pelo TCE, na categoria C, considerado o grupo mais vulnerável. O estudo considera a capacidade de pagamento (Capag), indicador do Tesouro Nacional que mede a saúde fiscal das prefeituras. O tribunal elaborou o Plano Estratégico de Estado Mato Grosso 2050. O desafio inclui a correção de distorções na aplicação dos recursos do Fethab. “O Fethab arrecadou no ano passado R$ 3,6 bilhões, mas apenas R$ 100,4 milhões foram aplicados em habitação, saneamento e mobilidade urbana, o que representa 2,8% do total. Entendo que aí deve entrar o Tribunal, porque existe uma legislação sobre isso”, explicou Sérgio Ricardo.


