
De acordo com a prestação de contas, foram consumidos 1.162.645 milhão de litros, o que corresponde a um gasto aproximado de R$ 13 milhões. O Ministério Público de Contas (MPC) considerou o valor elevado e requereu investigação para apurar o consumo e as ordens de pagamento. O Tribunal de Contas do Estado mandou a Assembleia fazer tomada de contas para esclarecer o caso.
Os trabalhos deverão ser concluídos no prazo de 45 dias com possibilidade de prorrogação por igual período. Se comprovada alguma irregularidade, os autos serão encaminhados ao Ministério Público Estadual para tomar as providências nas esferas cível e criminal.


