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Taques manifesta a senadores que pode sair se PDT ficar na base de Dilma

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O governador Pedro Taques voltou a demonstrar descontentamento no PDT e expressou, em reunião com bancada no senado, que pode deixar o partido. Taques teria assinalado também que a sua saída definitiva dependeria da decisão da sigla em se manter ou não na base aliada da presidente Dilma Rousseff. Ele conversou com os senadores Acir Gurgacz (RO), Lasier Martins (RS) e José Reguffe (DF) e teria manifestado que o descontentamento maior é do partido ser da base aliada ao governo, no qual dispõe uma vaga no ministério do Trabalho e Emprego, ocupado por Manoel Dias.

Apesar do presidente nacional da legenda, o ex-ministro Carlos Lupi, ter dito que a sigla deve deixar a base governista, Taques disse aos senadores que nada foi feito neste sentido, até o momento. “Não vejo essa disposição da legenda. O PDT está perdendo tempo”, disparou o governador.

Os senadores reforçaram o pedido que já vinham fazendo para Taques não sair. “Ainda não tenho uma posição tomada, mas rumos da economia e da forma de trabalho do governo federal geram um descontentamento”, declarou o governador que recebeu convite para aderir a diversas legendas, entre elas o PSB, comandado pelo prefeito Mauro Mendes e o PSDB, liderado pelo deputado federal Nilson Leitão.

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