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Taques diz que precisa de uma base firme na Assembleia para tocar projetos

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O governador Pedro Taques (PSDB) disse que irá avaliar a atuação dos deputados na votação da mensagem 45/2016 e que o Executivo não pode contar com o que chamou de “base gelatinosa” – em relação aos deputados que votaram contra o projeto de Lei que tratava do Reajuste Geral Anual (RGA), votada na última quinta-feira (28), na Assembleia Legislativa. O governador explicou que precisa de posicionamentos firmes e que não há como conduzir projetos para Mato Grosso como recuos em horas de necessidade.

Apesar de ter dito que não ficou decepcionado com a atuação de sua base parlamentar na Assembleia, Taques manifestou que não há como conduzir os projetos do Estado sem uma base firme. “Precisamos ter uma base e ela não pode ser gelatinosa. É preciso que ela seja firme para que possamos concretizar as mudanças que os eleitores sonham e nos confiaram no dia das eleições”.

Taques se referiu a votação apertada de 13 votos favoráveis e 9 votos contrários à aprovação do RGA. A aprovação do Projeto de Lei ocorreu após um mês de “vai-e-vem” e negociações com as categorias. A mensagem 45 chegou a ser barrada pela justiça, por conta de uma computação de votos duvidosa. O líder do governo e deputado Wilson Santos (PSDB) já havia manifestado sua desaprovação com a atitude dos parlamentares que “abandonaram” o governo na discussão do RGA.

“Taques furou a fila para ser governador. Está na vida política há apenas cinco anos. Está num processo de construção de um grupo político e esse processo da RGA permitiu a construção definitiva deste grupo”, afirmou o tucano, que emendou dizendo que o governador pode contar com 17 parlamentares.

Questionado sobre o número de aliados na Assembleia e do possível rompimento de alguns deputados, Taques disse que acredita que a base não foi abalada. “Apesar de tudo, acredito que a nossa base está firme e muito bem conduzida pelo líder Wilson Santos, pois de 24 parlamentares nós temos apoio de 21. Não quero ser ditador, eu quero ser governador [em relação ao posicionamento dos deputados da base que votaram contra a mensagem do Executivo]”.

A proposta do governo aprovada pela Assembleia Legislativa prevê o pagamento de 7,36% do RGA em três parcelas, o valor ainda pode chegar a 11,28%, de acordo com o enquadramento nos limites previstos pela Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) para gasto com pessoal. O projeto prevê o pagamento de 2% em setembro (calculado sobre o subsídio de maio de 2016), 2,68% em janeiro de 2017 (calculado sobre setembro de 2016) e 2,68% em abril de 2017 (com base no subsídio de janeiro de 2017).

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