
De acordo com o voto, foram cumpridos todos os limites constitucionais (gastos com pessoal, saúde, educação e repasses ao Legislativo), houve melhora em todos os indicadores de Educação em relação à média Brasil e também desempenho melhor que a média nacional em oito dos dez indicadores de Saúde, ficando abaixo apenas na taxa de mortalidade infantil e na taxa de detecção de hanseníase. Assim, a relatora recomendou à Câmara de Sorriso que “avalie rigorosamente o governo municipal, exigindo melhorias, especialmente em relação às áreas de saúde e educação, já que tratam de temas sensíveis”. Jaqueline determina que seja enviado ao TCE um Plano de Providências para melhorias nestas áreas.
A falha encontrada e ressaltada no parecer prévio das contas de governo tem relação com a lei de acesso à informação já que não consta no portal transparência da prefeitura de Sorriso a divulgação e disponibilização dos atos praticados pela administração pública, como os decretos do exercício de 2016. A relatora também pontuou que os decretos deveriam ser informados ao Sistema Aplic do TCE-MT.
Outra recomendação é que sejam implentados de forma eficaz os conselhos municipais, dando suporte e o amparo necessário, em especial, na elaboração das peças orçamentárias, com previsão de dotação específica para cada um deles, integralizando os devidos repasses, informa a assessoria.


