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Sinop terá 2° maior efetivo da Polícia Federal nas eleições

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Só Notícias (foto: assessoria)

O superintendente da Polícia Federal em Mato Grosso, Fabrício Fernando Diogo Braga, se reuniu, hoje, com a presidente do Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE) Serly Alves, para definir o planejamento de segurança nas eleições, fortalecer a integração entre as instituições e definir estratégias para garantir a normalidade, a segurança e a lisura no pleito, em outubro.  Serão 308 policiais federais atuando e combatendo crimes no período eleitoral. 140 lotados estão na superintendência regional atuando em Cuiabá e Várzea Grande, 43 em Sinop, 43 em Barra do Garças 42 em Rondonópolis e 40 em Cáceres. Parte do efetivo designado para municípios polos trabalhará em cidades vizinhas.

“No dia da eleição, sempre vamos atuar de formas velada e ostensiva. Esse planejamento nunca é estático, ele é adaptável de acordo com as informações que o TRE tenha e nos repasse ao longo do processo eleitoral. Contem conosco, nos demandem. Nossa missão é apoiar o TRE”, afirmou o superintendente.

A delegada-chefe da Delegacia de Defesa Institucional, Marianne Rodrigues, destacou que a atuação da Polícia Federal será planejada de acordo com a quantidade de eleitores e eleitoras de cada município, considerando também as particularidades regionais de Mato Grosso, especialmente em relação às comunidades indígenas. “Temos sempre muitas denúncias de crimes eleitorais, principalmente na véspera e no dia do pleito. Por isso, a Polícia Federal contará com um Grupo de Trabalho voltado especificamente para tratar das questões eleitorais”, ressaltou. 

O eleitorado é de 2,641 milhões de pessoas em 142 municípios. A PF conta com uma estrutura descentralizada formada pela Superintendência Regional em Cuiabá, delegacias em Sinop, Rondonópolis, Cáceres, Barra do Garças, além da base operacional da Força Integrada de Combate ao Crime Organizado (FICCO) em Primavera do Leste e será necessário estabelecer critérios de priorização para o emprego dos recursos humanos e materiais. Nos municípios onde não houver unidade da Polícia Federal, as atribuições da polícia judiciária eleitoral serão desempenhadas de forma supletiva pela Polícia Judiciária Civil de Mato Grosso, conforme a legislação vigente e os acordos de cooperação institucional firmados para o período eleitoral.

A coordenação deve ser da Polícia Federal, porque a Justiça Eleitoral é um órgão federal. Precisamos colocar a segurança como prioridade e lembrar também das ameaças aos sistemas de informação. Tenho plena certeza do compromisso das instituições com a construção de um ambiente seguro para a realização das Eleições Gerais de 2026, assegurando a liberdade do voto e a confiança da sociedade no processo democrático”, disse a presidente do tribunal, Serly Alves.

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