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Sinop: prefeito atribui atrasos na nova sede da Politec a mudanças no projeto

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Só Notícias/Wellinton Cunha (fotos: Só Notícias/Guilherme Araújo/arquivo)

O prefeito Roberto Dorner (PL), atribuiu os atrasos na conclusão das obras da nova sede da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) a mudanças realizadas no projeto original pelo próprio órgão. Segundo Dorner, a prefeitura tem atuado como parceira, tendo em vista a importância do órgão para a segurança pública. “Houve modificações na obra que não estavam previstas no projeto. O que depender da prefeitura, nós vamos cumprir, como sempre fizemos”, afirmou, ao Só Notícias.

No início do mês passado, a prefeitura publicou aviso de abertura de licitação para a segunda etapa das obras, estimadas em R$ 1 milhão, após sinais de deterioração na estrutura. A concorrência prevê o recebimento das propostas das empresas interessadas até próximo dia 27, com julgamento pelo critério de menor preço. A expectativa é que o contrato seja assinado poucos dias após a homologação.

Dorner ressaltou que a participação municipal deve finalizar após a conclusão da licitação, quando o projeto seguirá sob responsabilidade da Politec, que é um órgão estadual. “Sempre com aporte financeiro. Fizemos a licitação, eles mandaram o projeto, depois mudaram. Se houver necessidade de mais aporte, cada parte terá que rever seu papel”, declarou.

A nova sede terá 1,4 mil metros quadrados e abrigará serviços de perícia, criminalística, identificação técnica e medicina legal. A unidade atende, além de Sinop, os municípios de Itaúba, Cláudia, Tabaporã, Marcelândia, Cláudia, Vera, Feliz Natal e União do Sul.

O coordenador regional da Politec, Márcio Monteiro, informou anteriormente, ao Só Notícias, que a nova licitação é necessária para a instalação de estruturas essenciais ao funcionamento da unidade, como câmara fria, transformadores especiais, sistemas de tratamento de resíduos líquidos e mesas de necropsia. O projeto é administrado em convênio com o governo do Estado. O investimento total na obra é estimado em R$ 7,6 milhões, somando recursos estaduais, municipais e emendas parlamentares. Iniciado em 2023, o prédio deveria ter sido entregue em 300 dias. Posteriormente, a previsão foi revisada para o segundo semestre do ano passado e não se concretizou.

Partes do forro apresentam quedas, há acúmulo de sujeira em paredes e pisos, além de materiais elétricos e cabos expostos. Também havia indícios de possíveis atos de vandalismo.

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