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Sinop: Dorner nega ser de esquerda, diz que diálogo garante verbas para obras e alfineta Abílio

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Redação Só Notícias (foto: Só Notícias/Guilherme Araujo)

O prefeito de Sinop, Roberto Dorner (PL), rebateu críticas de adversários políticos sobre suposta proximidade com o Partido dos Trabalhadores e com o governo do presidente Lula. Em entrevista ao Só Notícias, o gestor negou qualquer alinhamento ideológico com a esquerda. “Não sou PT” e que a prefeitura está recebendo recursos de convênios para obras e ações firmados com a prefeitura e governo federal. “Nós pagamos o imposto e há retorno. Quando o cara é radical e fala mal do governo federal, o que que acontece? Não anda. Eu não falo mal de ninguém. Eu sei que eu sou de direita. Não sou extremista, mas sou direita. Agora, vou lá e consigo (recursos com o governo Federal) e muitos ficam com ciúmes. ‘Ah, ele é PT, ele é PT’. Não, eu não sou PT. Nunca fui PT”, declarou.

Ao abordar a relação com o Palácio do Planalto, Dorner reforçou que o diálogo é institucional. “Se o Lula vier aqui um dia, vou recebê-lo bem. Enquanto for presidente, temos chance de buscar benefícios. Se mudar, fazemos a mesma política de boa vizinhança. Não tratar mal, lidar bem, fazer amizade. Trabalho político é assim”, declarou, acrescentando que os investimentos obtidos não pertencem a partidos, mas à população. “Se eu batesse no governador, ia ter hospitais? Não. Se eu batesse no presidente, ia ter hospitais? Não. Ia ter policlínica? Não. Então íamos ficar aqui a ver navios. Olha quantos benefícios aqui para frente vai ter porque é uma coisa que a população vai usufruir. E não é dinheiro do PT. O PT não tem dinheiro. ‘Ah, mas ele rouba’, o problema é dele com a justiça, não é nosso. É esse o trabalho”, declarou.

Ao comentar o cenário em outras cidades, ele fez contraponto ao prefeito de Cuiabá, Abílio Brunini (PL). “Vê Cuiabá, quantas obras estão saindo? O homem (Abílio) bate em todo mundo. Mas assim, é problema dele, não é meu. Também não estou criticando ele por isso. Cada um tem uma ideologia política e cada um faz o que quer e que pode. Eu não faço isso. O meu negócio é lidar com todos os poderes. Onde tem dinheiro, eu vou tentar buscar, para escolas, creches, alguma coisa. Estou correndo atrás”, disse.

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