
Outro argumento que o governador colocará para os aliados é do premente reforço na candidatura a reeleição da presidente Dilma Rousseff (PT), já que todos assumiram o compromisso de auxiliar na caminhada e em contrapartida a própria Dilma e o presidente do PT nacional, deputado Rui Falcão, já deixaram claro de que não haverá mais de um palanque nos Estados, mesmo que aliados em nível nacional, como é o caso do PDT do senador Pedro Taques, esteja contra nas disputas regionais e abrindo palanque para adversários da oposição, como o senador Aécio Neves (PSDB) e o ainda governador de Pernambuco e presidente nacional do PSB, Eduardo Campos.
No próximo dia 10, os 9 partidos aliados, que tem chance de ser ampliado para 12, novamente vão se reunir para amadurecer a questão das candidaturas majoritárias, sendo que aparecem como candidatos ao Governo, o vice-governador Chico Daltro (PSD); Julier Sebastião da Silva (PMDB); o senador Cidinho Santos e o ex-prefeito Maurício Tonhá ambos pelo PR e o ex-vereador por Cuiabá, Lúdio Cabral (PT).
Mesmo mantendo a decisão de não disputar as eleições, o senador Blairo Maggi (PR) continua sendo uma das, senão a mais importante peça no tabuleiro de xadrez da sucessão que é potencializada pela vontade do PT de construir uma vitória em redutos historicamente de direita, como os Estados onde o agronegócio é presença quase unânime nas decisões políticas como no caso de Mato Grosso, onde nem Lula, nem Dilma venceram.


