
Recentemente, em reunião com partidos aliados, Taques teria exposto situação de aperto dos cofres públicos de Mato Grosso, com aproximadamente R$ 2 bilhões comprometidos, sendo R$ 1,3 bilhão de restos a pagar. O governo estadual rebate as ponderações. Garante o desempenho equilibrado das ações governamentais, regra válida ao exercício financeiro e fiscal de Mato Grosso.
O governador reafirmou a disposição da equipe de transição do Palácio Paiaguás, comandada pelo secretário chefe da Casa Civil, Pedro Nadaf, de disponibilizar com celeridade todos os dados solicitados pelo grupo do pedetista, na responsabilidade do prefeito de Lucas do Rio Verde, Otaviano Pivetta (PDT). Representantes de Taques por vezes, reclamam de demasiada demora para obtenção de informações.
Silval reconheceu dificuldades para cumprir o extenso cronograma de projetos e programas pautados em sua administração. Mencionou o ambiente que exigiu do Executivo de Mato Grosso habilidade para assegurar compromissos como a realização da Copa 2014, em prazo curto. Prometeu inaugurar complexo de obras até o dia 31 de dezembro, quando termina seu mandato. E desejou para Pedro Taques uma evolução positiva para a reforma administrativa que é a base da nova gestão estadual.
“Eu quando assumi disse que teria estruturas como a Secretaria das Cidades e outras. Ele (Taques) disse que vai fazer uma reforma enxugando a máquina e cortando secretarias. Espero que consiga, e redução de secretarias depende da Assembleia Legislativa”.
Reiterou ainda que irá colaborar com Taques para possíveis mudanças, devendo avaliar o pedido.


