
Ele ressaltou ainda que espera que ela realmente consiga promover um choque de gestão. “Que seja um nome que vai surtir efeito, conforme o governador Pedro Taques vem buscando. Desejamos realmente que ela consiga fazer a secretaria funcionar de maneira mais eficiente, que faça andar essa gestão de processos porque precisamos de uma pessoa com força de comando”.
De acordo com Pagliari, o setor de base florestal já apresentou pauta de reivindicações que inclui mais agilidade na análise e liberação dos projetos de licenciamento ambiental (indispensáveis para as indústrias extraírem matéria prima). “Temos muitos projetos de manejo aguardando a liberação e esperamos que sejam liberados para que o setor possa trabalhar em 2015”, pontuou.
A nova secretária já informou que a forma de conduzir a função será muito parecida com a que ocupava no Ministério Público Estadual (MPE). “Onde houver ilegalidade, nós teremos que combater, o MPE tem esse papel. E agora como secretária a função vai continuar a mesma, ser fiscal da lei”.
Ana ressalta que não acredita na resistência vinda do setor do agronegócio. “Umas das metas que eu pretendo impor na secretaria é justamente dar eficiência e agilidade nos processos de licenciamento, que a maioria das atividades econômicas do Estado, passam por processos de licenciamento dentro da secretaria”.


