
Prado negou ter ocorrido qualquer reunião com lideranças partidárias sobre o tema. “Não houve”, disse, ao ser cauteloso na análise de um eventual convite. “Não é uma decisão pessoal, é um cargo público. Depende de discussão com a base”. Ele ainda destacou o potencial de outros nomes. “Temos bons nomes, como o Neri Geller, que já está no ministério, na Secretaria Nacional de Política Agrícola e também do próprio [senador] Blairo Maggi”.
O setor produtivo vem ganhando destaque nos últimos dias em Mato Grosso não só pelas ações no campo, mas também com intenção de participar da sucessão eleitoral no Estado e no país. Ontem, por exemplo, representantes de entidades ligadas ao agronegócio se reuniram em Cuiabá para cobrar de todos os candidatos uma Carta Compromisso visando a necessidade de se manter um mínimo de investimentos para acelerar o desenvolvimento.
As entidades formam o Fórum Rural MT, integrado por instituições como Famato, Aprosoja, Acrimat, Ampa e Aprosmat. Em nota divulgada elas apontaram que vão percorrer as principais regiões de Mato Grosso.


