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Presidente do TCE Mato Grosso entrega relatório técnico de contratos na saúde para CPI

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Só Notícias (foto: arquivo/assessoria)

O presidente do Tribunal de Contas de Mato Grosso, Sérgio Ricardo, entregou à Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Saúde da Assembleia Legislativa, relatório técnico que reúne a análise detalhada dos contratos firmados pela secretaria estadual de Saúde entre 2019 e 2023. O relatório foi produzido por auditores público externos do Núcleo de Políticas Públicas, designados para atuarem na comissão parlamentar.

O presidente afirmou que o trabalho evidencia o compromisso da instituição com o controle dos recursos públicos e o fortalecimento da fiscalização. “A CPI investiga a destinação dos recursos da saúde, então, logo após o pedido da Assembleia para que o TCE contribuísse com a investigação, nossos auditores prontamente iniciaram os estudos e passaram três meses analisando todos os contratos da Secretaria de Saúde do Estado, de 2019 a 2023. Todas as informações foram reunidas e agora estamos entregando”. “As informações do relatório não podem ser divulgadas, mas os achados revelam uma situação importante”, declarou Sérgio, através da assessoria.

O presidente da CPI da Saúde, Wilson Santos, agradeceu a disponibilidade e parabenizou aos auditores envolvidos. “Nós fizemos 12 reuniões da CPI e os auditores designados estiveram presentes em todas pontualmente, sendo assíduos. Tenho certeza de que esse documento é fruto desse trabalho constante que conta com uma chefia que sabe comandar e estimular. Está de parabéns a equipe que foi a melhor possível”, disse. O deputado ainda solicitou ao TCE novo relatório, desta vez abrangendo informações contratuais até 2025. “Nossa equipe vai se debruçar sobre esse trabalho, mas já pedimos ao presidente Sérgio Ricardo que amplie esse estudo, porque vários deputados sugeriram novas investigações que estavam fora do escopo cronológico inicial, que terminava em dezembro de 2023, como demandas referentes ao Hospital Regional de Cáceres e ao Hospital Central, além de pagamentos indenizatórios, mas não há contratos.”

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