
“Ainda não há uma movimentação muito intensa. Os nossos possíveis candidatos ainda estão esperando as coisas acontecerem e dar uma clareada melhor no cenário político nacional. Nós acreditamos que a partir do mês de outubro as coisas comecem a acelerar. Já em janeiro as articulações devem ficar mais intensas nos bastidores. O partido tem boas lideranças estaduais e, se houver necessidade de ter um candidato, nós teremos. Porém, também existe a possibilidade de compor com outros partidos para termos uma chapa forte é concorrer na majoritária. Também vamos atuar par termos uma união partidária mais para o setor de esquerda”, disse o petista.
Barranco não acha que tenha ocorrido enfraquecimento do partido após o processo de impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff (PT). “Pelo contrário a saída dela [Dilma] do governo foi bom para o partido e ruim para o país. Após a saída da Dilma os brasileiros sentiram uma real piora na economia e aumento profundo da crise. O Partido dos Trabalhadores tem se fortalecido. Mesmo com golpe retirando a ex-presidente Dilma, o partido cresceu na preferência de votos. Saiu dos 11% para 18% nos últimos meses. Se nós consideramos de janeiro a junho deste ano o PT cresceu mais de 2% ao mês na intenção de votos. O ex-presidente Lula também tem crescido e está animado".


