quarta-feira, 22/maio/2024
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Presidente do Conselho de Ética, Jayme se diz impedido de julgar Demóstenes

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O senador Jayme Campos (DEM) se declarou impedido de julgar o colega de partido, senador Demóstenes Torres (DEM-GO), acusado de ligações com o empresário do ramo de jogos caça-níqueis, Carlos Cachoeira. O político mato-grossense vem ocupando interinamente a presidência do Conselho de Ética do Senado Federal, desde que o senador João Alberto (PMDB-MA). Ele é o vice-presidente. “Para mim fica difícil assumir a presidência do Conselho porque o Demóstenes é do mesmo partido que o meu. Fica muito ruim para mim”, argumentou.

Com este posicionamento de Jayme, uma reunião deverá ser convocada para o dia 10 de abril com o objetivo de escolher um novo presidente. Pelo regimento interno do Senado Federal, cabe ao presidente do Conselho de Ética acatar ou não representação por quebra de decoro contra um parlamentar. Ontem, o PSOL encaminhou ao conselho, presidido por Jayme, representação contra Demóstenes para que o órgão investigue sua ligação com o empresário, que chegou a ser preso em operação da Polícia Federal.

Mesmo colegas de parlamento que defendiam o democrata, voltaram atrás e dizem que as denúncias são graves e precisam de investigação sobre esta ligação. Em conversas gravadas, pela Polícia Federal, o empresário de jogos clandestinos Carlinhos Cachoeira e integrantes do seu grupo mencionam cifras milionárias ligadas ao nome do político democrata.

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