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PPS Mato Grosso tenta enquadrar filiados contra “infidelidade” partidária

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A direção estadual do Partido Popular Socialista (PPS) emitiu um comunicado orientando os membros dos diretórios municipais e comissões provisórias, além de prefeito, vice e vereadores do partido sobre os cuidados em relação a infidelidade partidária. O documento deixa claro o apoio da legenda com o presidenciável Eduardo Campos (PSB) e a coligação “Coragem e Atitude pra Mudar”, encabeçada pelo candidato ao governo do Estado, Pedro Taques (PDT). Até o momento, não foi relatado nenhum caso de "infidelidade" com relação ao partido.

“Não temos perfil para ser sigla de aluguel, pois temos um longa história de respeito no país. Àqueles filiados que não estão satisfeito com o partido, nada mais justo que procurar outros cominhos. O que não podemos aceitar é que um dirigente partidário ou um detentor de mandato continue filiado no partido e jogando contra”, aponta o secretário geral do partido, Antônio Carlos Máximo.

Ele ainda destaca que a legenda tem, nos seus estatutos, a figura da “Licença Partidária”. A medida foi criada para que aqueles dirigentes ou detentores de mandatos que, por acaso, em função da conjuntura local, não tiverem condições de apoiar os candidatos que o partido escolheu em convenção, possam licenciar-se do partido por um determinado tempo e não serem enquadrados como “infiéis”.

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