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PL confirma Wellington ao governo, Medeiros ao Senado, veta MDB e descarta punir prefeitos

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Só Notícias (foto: João Vieira / A Gazeta - atualizada 13:54h)

O PL iniciou, há pouco, em Cuiabá, a convenção estadual confirmando o senador Wellington Fagundes candidato ao governo e José Medeiros ao Senado. Wellington afirmou que deseja ter o empresário em Cuiabá Marcelo Maluf (Novo) como seu vice. O partido faz convenção dia 5.
Em seu discurso aos convencionais, ele afirmou que “a campanha que vem pela frente não será fácil, aliás, nunca existiu campanha fácil. Será uma campanha de verdade contra muitas narrativas, contra ataques, de trabalho contra a política da aparência. Por isso, aqui não quero pedir apenas o voto, não peço apenas o apoio. Quero, acima de tudo, pedir que vocês coloquem o coração nesse projeto”.

Ainda no discurso, ele pediu aos apoiadores que “mostrem que Mato Grosso tem liderança, tem rumo, tem coragem e, acima de tudo, um projeto verdadeiramente humano. Mato Grosso precisa ser medido pela qualidade de vida do nosso povo”.

O presidente estadual Ananias Filho, confirmou que eventual composição com o MDB para a disputa ao Senado está descartada. “O Medeiros tem restrição a um partido, ao MDB. Ele tem essa restrição. E eu não posso discordar dele, porque o sentimento de candidato eu tenho que levar em consideração”, declarou, referindo-se ao posicionamento do candidato a senador.

O MDB tem Janaina Riva, nora de Wellington, pré-candidata ao Senado. 

O PL ainda não fechou questão de apoio a segundo candidato a senador (na eleição deste ano serão dois votos). “Nós decidimos, até agora, nesse momento, que nós não teremos o segundo voto”, disse. “Se for melhor para vencer a eleição não termos o segundo, nós não vamos ter o segundo”, completou. Com a decisão, ao menos neste momento, o MDB fica fora das negociações para integrar a chapa majoritária encabeçada por Wellington, informa a Gazeta Digital. Internamente, José Medeiros afirmou, anteriormente, que a composição com Janaina representaria “enganar o campo conservador” e classificou a eventual aliança como uma construção destinada a atender “uma questão familiar”

. Seu posicionamento prevaleceu.

Poucos prefeitos do PL estão na convenção. Até agora, compareceram os prefeitos de Cuiabá, Abílio Brunini, e de Sinop, Roberto Dorner. Abílio manifestou anteriormente que preferia candidatura de Otaviano Pivetta ao governo do Estado. Dorner deve retribuir apoio que teve de Wellington e vai apoiá-lo. Alguns prefeitos do PL manifestaram que não devem apoiá-lo.

 O presidente Ananias Filho, que havia cogitado punição aos prefeitos que não apoiassem Wellington, hoje recuou. ”O bom senso vai trazer a prática e a definição deles, mas lógico que vai haver diálogo. Não existe, na política, nada feito sem que haja um grande diálogo” . “Nada será feito de forma abrupta ou de forma ditatorial. Vai ser diálogo”, afirmou.

O PL definiu as chapas de candidatos nas proporcionais.

Deputado federal

Coronel Assis – candidato à reeleição 


Coronel Fernanda – candidato à reeleição


Rodrigo Zaeli – candidato à reeleição 


Giovane Mendes


Luísa Böe


Gislaine Yamashita – vereadora em Primavera do Leste


Ranalli – Vereador em Cuiabá


Thiago Boava



Deputado estadual

Faisal Calil – deputado Estadual

Gilberto Cattani – deputado Estadual

Abmael Borges – ex-prefeito de Vila Rica


Alcino Barcelos – ex-prefeito de Pontes e Lacerda


Alex Cardozo


Irmão Geremias – vice-prefeito de Juína

Jerônimo Gonçalves – Vereador em Cáceres

Luciana Horta – vereadora em Rondonópolis


Maurício Scobar – vereador em Tangará da Serra


Professor Gilmar Miranda – suplente de deputado estadual 


Professor Maze 
Rafael Yonekubo


Samantha Íris – vereadora em Cuiabá

Vitor Gabriel – vereador em Juína


Xerife Otávio


Xuxu dal Molin

Zé Márcio Guedes

Em instantes mais detalhes

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