O governador e candidato à reeleição Otaviano Pivetta (Republicanos) afirmou, hoje, que não pretende reeditar o Fundo de Transporte e Habitação Popular após o encerramento da contribuição adicional, em dezembro, e defendeu uma nova etapa de industrialização de Mato Grosso, com maior transformação da soja e do milho dentro do próprio Estado.
Durante encontro com representantes do setor de bioenergia, em Cuiabá, Pivetta colocou a previsibilidade para quem investe e o equilíbrio das contas públicas entre as condições para manter o crescimento da economia e sustentar novos investimentos em infraestrutura, habitação e industrialização. “Nas regiões que ainda não receberam asfalto, nós temos o projeto de mil quilômetros por ano. Mas também precisamos cuidar das estradas que já existem. Podemos encontrar uma forma mais simples de fazer essa zeladoria, envolvendo empresas, organizações locais e associações, para que essas estradas recebam o cuidado necessário”, explicou.
O governador defendeu também a ampliação do programa nos municípios que estão crescendo com o agronegócio e a indústria. Segundo ele, o modelo já permite viabilizar cerca de mil moradias por mês. “É continuar fazendo o que nós estamos fazendo e melhorar. A habitação, vamos intensificar. A infraestrutura, vamos continuar fazendo. Nas regiões que ainda não receberam asfalto, temos o projeto de mil quilômetros por ano. E, ao mesmo tempo, precisamos cuidar das estradas que já existem”, defendeu.
Pivetta destacou a classificação o eficiente equilíbrio fiscal do Estado e a classificação feita pelo Tesouro Nacional. “Não é à toa que nós temos nota A do Tesouro Nacional e estamos mantendo essa nota”, afirmou. “Com a gente, vocês não vão ter susto. Nem vão ver o Estado sendo levado ao lugar que já teve há pouco tempo atrás”, previu.
O governador também citou a implantação de um alcoolduto como uma das estruturas necessárias para acompanhar a expansão da produção de biocombustíveis. A discussão é atual: há projeto privado anunciado neste mês para um sistema de dutos ligando Sinop a Paulínia, em São Paulo, passando por Mato Grosso do Sul.


