
Conforme despacho do juiz da 2ª Vara Criminal de Cuiabá, Geraldo Fidélis, responsável pela execução da pena imposta pelo Supremo Tribunal Federal (STF) ao ex-deputado, que negou o pedido para que os plantões fossem feitos aos domingos, a possibilidade de substituição do trabalho já era prevista. Por conta disso, não foi necessária uma nova análise da solicitação da defesa de Henry, que é nomeado para o cargo desde 1986 e estava licenciado para exercer cargo eletivo desde 1996.
Atualmente, o ex-deputado trabalha cerca de 4 horas diárias no IML de Cuiabá. Com isso, ao final da semana, ele consegue concluir a jornada prevista para o cargo, que é de 24 horas semanais.
Como possui autorização para deixar a unidade prisional durante o horário comercial, é possível que um novo pedido, desta vez para que haja um trabalho em meio período no hospital particular, não está descartado. Por meio da assessoria, a unidade de saúde afirma que Henry continua trabalhando no hospital, mas não revelou detalhes da jornada de trabalho.
A reportagem tentou novo contato com os advogados de Henry, Décio e Raphael Arantes, mas eles afirmaram que não podem comentar quaisquer detalhes do processo.


