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Medeiros busca apoio em Sinop para disputa ao Senado e pecuarista é sugerido para suplente

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Só Notícias/Wellinton Cunha (foto: Edy Hilário/assessoria)

O deputado federal José Medeiros (PL), pré-candidato ao Senado, teve encontros políticos hoje e ontem em Sinop, e declarou, ao Só Notícias, que as definições sobre alianças partidárias e composição da chapa majoritária em Mato Grosso ainda estão em aberto e devem ser fechadas apenas próximo ao prazo final das convenções. “Isso se define só aos 45 minutos do segundo tempo lá em 31 de julho. Os partidos deixam para fazer a coligação no último dia, a convenção no último dia, é aí que vai se definir”, afirmou.

O parlamentar ressaltou que a construção de alianças envolve interesses divergentes entre os partidos e limitações no número de vagas disponíveis. “Os cargos são poucos, os pretendentes são muitos, e todos os partidos têm o objetivo de eleger o maior número possível”, avaliou. Atualmente, segundo Medeiros, o PL mantém diálogo mais próximo com o partido Novo e o Democracia Cristã (DC), mas destacou que o cenário ainda pode mudar até o período das convenções.

Questionado sobre possíveis nomes para ocupar a vaga de vice na chapa de Wellington Fagundes, pré-candidato ao governo do Estado, ele evitou indicar preferências. “Eu vou me abster de qualquer discussão sobre a chapa de governo, assim como eu não quero que se metam na chapa de Senado. Eu tenho que respeitar a escolha do candidato a governo”, pontuou.

Medeiros, que tem sua base eleitoral em Rondonópolis, não descarta ter liderança do Nortão na chapa de suplentes ao Senado. O parlamentar revelou que o prefeito de Sinop, Roberto Dorner (PL), sugeriu, em audiência hoje, o nome do pecuarista em Sinop Emersom Antoniolli para eventual composição da chapa como primeiro suplente. Segundo Medeiros, qualquer definição passará pela avaliação do ex-presidente Jair Bolsonaro e da direção nacional do partido.

Medeiros também falou sobre o papel do Senado e os papéis que pretende assumir caso seja eleito para segundo mandato (primeiro foi 2015 a 2019, quando era primeiro suplente e Pedro Taques renunciou para assumir o governo do Estad). Segundo ele, a principal função do senador é equilibrar os interesses dos Estados dentro da federação brasileira e garantir segurança institucional para o desenvolvimento econômico. Citou ainda que o Senado possui atribuições como aprovação de embaixadores, ministros e julgamentos de pedidos de impeachment contra integrantes do Supremo Tribunal Federal (STF). Medeiros afirmou já ter assinado mais de 12 pedidos de impeachment de ministros da Corte. “Todos eles com base, com fundamentação. Então eu tenho coragem, sei o que vou fazer. Já estive no Senado e agora com dois mandatos a gente sabe muito bem do que o nosso Estado precisa”, afirmou.

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