
De acordo com o MidiaNews, no final de novembro, a própria magistrada rejeitou o pedido de suspeição apresentado contra ela. Após isso, a defesa do ex-parlamentar ingressou com o mesmo pedido no Tribunal de Justiça. No processo, o advogado de João Emanuel alegava que a juíza estaria agindo com parcialidade na condução das ações contra o seu cliente.
João Emanuel está preso no Centro de Custódia de Cuiabá desde setembro. Ele teve o mandado de prisão expedido por conta da operação Aprendiz – que investiga supostas fraudes em licitações na Câmara de Cuiabá quando João Emanuel era presidente. Na semana passada, ele foi condenado a 18 anos de prisão neste caso.
Ele também é investigado na operação Castelo de Areia, que apura suposto crime de estelionato com prejuízo no valor de R$ 50 milhões.


