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Jayme alerta para ‘barreiras disfarçadas’ contra o agro após aprovação do acordo Mercosul-UE

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Só Notícias (foto: Agência Senado/arquivo)

O senador Jayme Campos (União) manifestou, ontem, no Senado, apoio à ratificação do acordo de livre comércio entre o Mercosul e a União Europeia, durante a votação da matéria, aprovada pela unanimidade e que a abertura comercial representa uma oportunidade concreta para ampliar exportações, atrair investimentos e gerar emprego e renda em todo o país.

Porém, fez alerta para o que classificou como “ameaças injustas” e “barreiras disfarçadas” contra o agronegócio brasileiro e que o país não pode aceitar restrições comerciais impostas de forma indireta ao setor produtivo, com argumentos ambientais, em alguns casos, de forma seletiva como instrumento de proteção de mercados estrangeiros, criando obstáculos indevidos ao agro brasileiro. “O Brasil precisa tratar esse acordo com visão estratégica, mas também com responsabilidade. Não podemos aceitar, em hipótese alguma, ameaças injustas ou barreiras disfarçadas contra o agronegócio brasileiro”, declarou.

Para o senador mato-grossense, apoiar a ratificação não significa abrir mão da defesa dos interesses nacionais. Ao contrário, defendeu que a implementação do acordo ocorra com equilíbrio, respeito mútuo e condições justas de concorrência, de modo a evitar distorções de mercado e medidas protecionistas travestidas de exigências técnicas ou ambientais.

Ele também afirmou que a aprovação deve ser acompanhada de salvaguardas claras e precisas, capazes de proteger os produtores brasileiros diante de eventuais desequilíbrios comerciais. Segundo ele, com regras justas e diálogo, o Brasil poderá consolidar os benefícios do acordo sem comprometer a segurança de quem produz.

O senador ainda associou a competitividade do agro à necessidade de avanços em infraestrutura e segurança jurídica. Como exemplo, mencionou Mato Grosso que, apesar da distância dos grandes centros consumidores e das dificuldades logísticas, segue como protagonista da produção nacional. Ele voltou a cobrar soluções para entraves em transporte e portos, além da retomada de projetos estruturantes, como a Ferrogrão, ferrovia projetada para ligar Sinop a Mirirtutuba (PA), com 933 km de extensão para escoar a safra agrícola, madeira e demais produtos para o exterior e que segue com questionamentos ambientais atrasando a conclusão do projeto.

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